Este blog tem por objetivo compartilhar idéias e experiências nas lides benditas da Evangelização, amor de nossa atual encarnação.
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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 12. Mensagem Final ao Evangelizador

E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus. MT 18:3

A criança é um capitulo especial no livro do dia a dia.

A criança confiada ás nossas mãos resume a nossa própria evolução. Na tentativa de encaminhá-la estamos revertendo o processo a nós mesmos. Inseridos que estamos na busca de auto aprimoramento, fazemos da evangelização uma via de mão dupla.

Muitos de nós não vivemos enquanto criança, a evangelização infantil de nós mesmos. Hoje, entretanto, cada aula preparada é a inserção do conhecimento em nós mesmos, a nossa própria evangelização.

Se desejamos o progresso da humanidade a evolução intelectual e moral da Terra, o crescimento a casa que nos abriga, comecemos em nós mesmos o processo de reforma íntima , convidando as crianças a redescobrirem o Mestre como senhor de todos nós.

Se medirmos muitos de nós, a própria vivencia infantil, vamos encontrar processos similares de sofrimento e alegria, dificuldades e vantagens, limitações e liberdade, que confeccionaram nossa personalidade atual.

Por vezes não somos agradecidos aos nossos educadores em virtude de situações vivenciadas, ou eternamente gratos pelo carinho recebido.

A exemplo de disso temos o reflexo de André Luiz em o livro Nosso Lar, quando para sair de sofrimentos atrozes teve como libertadora a mãe e seus ensinos, enquanto ele ainda era criança.


Princípios enunciados e sistema seguidos pelo discípulo a favor criança, segundo Pestalozzi:

1º Cultivar o espírito natural de observação das crianças, dirigindo-lhes a atenção para os objetivos que as cercam.

2º Cultivar a inteligência, observando um comportamento que habilite a aluno a descobrir por si mesmo as regras.

3º Proceder sempre do conhecido para o desconhecido, do simples para o composto.

4º Evitar toda atitude mecânica, levando o aluno a conhecer o fim e a razão de tudo o que faz.

5º Conduzi-lo a apalpar com os dedos e com os olhos todas as verdades.

6º Respeitar a individualidade da criança

7º Dar gosto ao ensino.

8º Ensinar ordenadamente seguindo as linhas psicologicamente encadeadas.

9º Cultivar o espírito natural de observação da criança.

10º Proceder sempre do simples para o abstrato.

11º Evitar atitude mecânica.

12º Só confiar á memória aquilo que já tenha sido apreendida pela inteligência.

13º Fundamentar a instrução pelo processo da intuição.

14º Usar uma linguagem intuitiva.

15º Nunca julgar a criança enquanto ensina.

16º Insistir bastante tempo na aprendizagem da criança.

17º Utilizar as vias do desenvolvimento e nunca da dogmatização.

18º Fundamentar o ensino na disciplina pelo amor .

19º O maior passo da instrução é a educação moral do ser.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 11.6 - CONCLUSÃO E 11.7- AVALIAÇÃO

Conclusão: acabamento término.


Momento de interromper da aula. A avaliação final é o preparo para a aula seguinte, pois posso concatenar logicamente se devo mudar, repetir ou nunca tocar naquele assunto sem preparo adequado.
Aqui está a avaliação final de Jesus, com relação a condição da humanidade no seu instante final:

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” – Lucas 23:34


Avaliação:


Num primeiro momento a avaliação deve ser observada entre evangelizadores e evangelizando, depois, individualmente. Logo após, em grupo com a equipe para que, se houvermos cometido algum erro possamos corrigi-los, trocando valores com demais evangelizadores.
Quando estamos lidando com filhos de espíritas o retorno torna-se mais rápido em razão do convívio na casa espírita, com seus pais, seus parentes, ou mesmo com a própria criança, que as vezes freqüenta outra evangelização em dias diferentes.
Em outra circunstâncias - crianças sociais carentes - estes obstáculos tornam-se mais ostensivos, mas não nos impedem de recebermos ajuda sobre aquelas crianças, durante o sono físico, pela reunião mediúnica ou informações de terceiros.
Devemos ficar atentos para não fugir a lógica da evangelização. Nosso trabalho não é encher a criança de conhecimento, mas dar-lhe informação que ela possa digerir com calma durante a semana.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 11.5 - ATIVIDADE

A atividade é a materialização de todo mecanismo usado. Uma espécie de prova final. Todo cuidado é pouco porque este momento é único na evangelização, visto que a criança terá que te passar um feedbak de como ela vai lidar com o conhecimento recebido.
Este o momento de expurgo do que ela trouxe para dentro de sala.
É também o instante em que começo a acompanhar passo a passo seu dia a dia em apenas vinte ou dez minutos de atividade na sala, porque ela vai demonstrar seu sofrimento ou sua alegria dentro do contexto atividade.
Poderá utilizar o material oferecido como atividade com cuidado ou desconsiderá-lo, usar cores e rabiscos que tem a ver com o nível de limites diários da sua vida, reagir negativamente à aula e assim por diante.
Este processo varia de criança a criança e por idade. Existem crianças que não gostam da atividade por considerar o esforço interior.

É um momento de muita responsabilidade entre evangelizador e criança.

“Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais...” – Mateus 19:14

terça-feira, 13 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 11.4 - REFERÊNCIA PRÁTICA

Referencia Pratica: o que é?


Momento em que o evangelizador leva a criança a fazer uma reflexão individual da aula.
Poderá ser usada de formas variadas, desde que seja agradável porque este é o momento em que vamos introduzir afirmativamente o conhecimento no Espírito pela referencia que ele possui de moral. Assim trabalhava Jesus, pois quando contou a parábola do *Bom Samaritano seu objetivo maior era fazer o judeu entender quem era seu próximo. Este será o momento em que eu vou contar uma história, ou um poema, ou uma parábola,mostrar um desenho marcante,* D. Laura no Livro Nosso Lar utilizou uma noticia de jornal.

“E chegando-se a Ele os discípulos, perguntaram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?
Respondeu-lhes Jesus: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado;”
“Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem.” (Mateus 13:10, 11 e 13)

Temos crianças que entenderão a aula pela teoria, ou pela dinâmica, mas só conseguirão entender a aula ligando a uma historia ou um poema etc.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 11.3 - TEORIA

Teoria: o que é?


"E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:" - MT. 5:2

Doutrina ou sistema a cerca destes princípios.

► Momento em que o evangelizador leva a Doutrina Espírita em sua totalidade. Nunca deixar de falar de Jesus e Allan Kardec

“E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo”

Jesus tinha suas técnicas de ensino. Qual a técnica do evangelizador?

► Poder elaborar uma aula capaz de, falando com a criança, suscitar-lhe dúvidas, indagações e curiosidades atinentes ao tema.

Em qualquer base de ensino é preciso manter a dignidade do ensino, e muitas vezes mantemos a criança apenas em estado lúdico.
Teorizar é fazê-la filosofar sobre o que se ouve, daí a grande necessidade de o evangelizador estudar muito para entender o que se está ensinando.
O livro dos espíritos é a prova real da teoria agradável e lúcida... A base da Doutrina Espírita.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 11.2 - Dinâmica


Marcos cap.8

23. E, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa.
24 E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam.
25 Depois disto, tornou a pôr-lhe as mãos sobre os olhos, e fez olhar para cima: e ele ficou restaurado, e viu cada homem claramente.

Jesus para mostrar a vontade do Pai se fazendo no homem utiliza de forma simples um homem com as dependências do seu ensino do dia. Todos os que ali se achavam conseguiram entender vários mecanismos da vida.
A reencarnação, a imortalidade da alma, a necessidade de pureza interior, obediência, e muito mais...

Neste momento estão retirando André Luis da Emergência e levando ao interior:
“Aquela melodia renovava-me as energias profundas
“terminada a sublime oração, regressei ao aposento de enfermo, amparado pelo amigo que me atendia de perto. Entretanto não era mais o doente grave de horas antes...”
Efeito Dinâmico: livro nosso lar- cap.3 Oração Coletiva

A dinâmica é a aproximação da aula no coração da criança. Em razão dela aprender por vias ordenadas, todo o conhecimento precisa chegar-lhe de maneira que ela introduza naturalmente o conhecimento do dia , na certeza que irá arranjar forças espirituais para a execução da moral no seu dia a dia.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 11. Didática da Evangelização - O Simulador

Meus caros evangelizadores: Já tivemos uma pinceladinha sobre o simulador, como poderão ver em nossos arquivos. Mas algumas pessoas tiveram um pouco de dúvida, por isso agora vamos estudar com mais detalhamento as etapas da aula. Vamos aproveitar!
Confira o curso aí em baixo!

DIDÁTICA DA EVANGELIZAÇÃO

Momentos importantes do evangelizador:
Parábola do semeador - durante nossa evangelização em qual momento atingimos nossas crianças?

O SIMULADOR
Simular: o que é?
Representar com semelhança

11.1 - Integração: que é?
Fazer parte de...

É o momento em que eu consigo atrair a atenção da criança, retirando-a dos conflitos do cotidiano, para envolve-la no mundo da evangelização, ainda que por breves minutos , abrindo um campo para que eu insira a aula do dia.
Que contexto preciso retirar da criança?
As da necessidade temporárias, sugerindo a imortalidade como foco principal para conseguir manter seu padrão de entendimento.
A finalidade da integração é iniciar a aula através de musicas e do contato.
“Vendo Jesus às multidões, subiu ao monte e como se assentasse aproximaram seus discípulos”

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 10. O que necessita o Evangelizador para Evangelizar

O que necessita o evangelizador para evangelizar?


“Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus”. 1 Pedro 4:10

“A educação é a arte de formar homens; isso é, a arte de eclodir nele os germes da virtude e abafar os do vicio; de desenvolver a sua inteligência e de lhes dar instrução próprias às necessidades...
A fonte das qualidades morais se acha nas impressões que a criança recebe desde o seu nascimento, talvez mesmo antes”.

Entre as leis divinas, umas regulam o movimento e as relações da matéria bruta: as leis físicas, cujo estudo pertence ao domínio da ciência.
As outras dizem respeito especialmente ao homem considerando em si mesmo e nas relações com Deus e com seus semelhantes. Contem as regras da vida do corpo, Bem como a vida da alma: são as leis morais.

...Com base no que vem sendo exposto, ficam estabelecidos como objetivos da evangelização infanto-juvenil:

Promover a integração do evangelizando:

- Consigo mesmo;

- Com o próximo;

- Com sua família;

- Com Deus.

Proporcionar ao evangelizando o estudo:

- Da lei natural que rege o universo

- Da “natureza, origem e destino dos Espíritos bem como de suas relações com o mundo corporal”.

- Oferecer ao evangelizando a oportunidade de perceber-se como homem integral, critico, consciente, participativo, herdeiro de si mesmo cidadão do Universo, agente de transformação de seu meio, rumo a toda perfeição de que é suscetível .



O PROCESSO ENSINO-APENDIZAGEM

CARACTERIZAÇÃO

Ao elaborarem as orientações pedagógicas em que se baseia este currículo, buscou-se, nas figuras de Jesus e Kardec, a inspiração e as informações necessárias.
Observa-se que ambos estão identificados com a educação do homem e que suas idéias oferecem um roteiro seguro para a Evangelização Espírita Infanto-Juvenil.
Jesus enviou por meio de exemplo e, durante suas pregações, utilizava situações concretas com historias da vivência do dia a dia do povo.
Kardec utilizou uma pedagogia baseada na liberdade, na observação, na analise dos fenômenos e no amor, lições apreendidas do método Pestalozziano. Imprimiu em seu trabalho objetividade, clareza, lógica, raciocínio reto, linguagem apropriada e inteligível, o que tornou suas obras modelo de bom-senso e de concisão.
O EVANGELIZADOR

É, do mesmo modo, um ser espiritual que traz toda uma bagagem acumulada ao longo da sua trajetória de evolução, vivenciando, ele também, o processo de auto-aperfeicoamento e auxiliando a construção de um mundo melhor.
Como facilitador do conhecimento espírita, oferecido pelo Centro Espírita às novas gerações, o evangelizador deverá reunir determinadas características que favoreçam seu papel de intermediador entre o conhecimento inato do evangelizando e o conhecimento adquirido, de maneira sistemática, na Doutrina.

ASSIM É IMPORTANTE QUE ELE:

- Conheça os conteúdos doutrinários;

- Seja um referencial de comportamento ético, à luz dos ensinamentos de Jesus;

- Esteja convencido de que a Evangelização Espírita irá contribuir para a transformação moral da Humanidade;

- Tenha entusiasmo pela tarefa;

- Seja flexível e receptivo a aquisição de novos conhecimentos;

- Tenha uma visão integrada do currículo de Evangelização e de sua inserção no Movimento Espírita;

- Saiba escolher metodologias que possibilitem ao evangelizando construir, elaborar e expressar seu conhecimento;

- Tenha sensibilidade para se avaliar, considerando seu papel de mediador entre o conhecimento do aluno e de sua realidade.

“Jesus foi um educador de almas, que sempre enfatizou a necessidade do empenho a criatura no sentido de educar-se, e progredir.”
(texto extraído do reformador /abril 2004)

terça-feira, 6 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 9. O Evangelizador e a Semeadura

A parábola do semeador retrata bem a postura e o trabalho do evangelizador.

Na atual circunstância social, intelectual, emocional que o planeta vive, somos chamados a semeador em meio ao joio, na expectativa que cresçam ambos ficando amadurecidos o suficiente para que o espírito introduza a escolha.
Livre como é precisamos enquanto criança, direcioná-lo na linha do bem para que ao fazer uso do livre arbítrio, atributo natural do ser, faça-o consciente que está fazendo para a vida toda.
As linhas direcionais estão afixadas no ensino de Jesus, o grane educador de almas.
Ao reencarnamos na terra, medindo a oportunidade oferecida à criatura, optamos para a tarefa com Jesus, imitando como ensina Ele mesmo que seremos como o bom pastor.
Vamos conhecer um pouco das alternativas que dispomos para o exercício ou o mandato escolhido por cada um de nós..



EU SOU O BOM PASTOR...

Evangelho de João, cap. 10

1 Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador.
2 Aquele, porém, que entra pela porta é o pastor das ovelhas.
3 A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome às suas ovelhas, e as traz para fora.
4 E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz.
5 Mas de modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.
7 Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas.
9 Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.
12 Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas.
13 Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas.
14 Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido.
15 Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas.
16 Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.
17 Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la.
18 Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 8. O Importante Papel de um Coordenador Espírita

- Conhecer Jesus, Kardec, grandes vultos da Doutrina Espírita, principalmente os que estão ligados a Evangelização.


- Está sempre á frente da tarefa.

- Incentivar o grupo ao autoconhecimento, e ao conhecimento do que faz.

- Instruir-se insistentemente, atualizando-se.

- Manter a equipe coesa.

- Estudar e perseverar mesmo diante dos maiores obstáculos,

- Nunca impor, sempre discutir, analisar, propor.

- Envolver sempre com o movimento de unificação

- Participar de todos os eventos, na busca de motivar a atualização dos que dirige.

- Conhecer as obras básicas e as estudar.

- Ter consciência de obras subsidiárias seguras.

- Conhecer sobre a vida infanto-juvenil

- Conhecer o organograma federativo.

- Oferecer sempre atualização aos seus orientados.

- Ter um programa de trabalho mensal, trimestral ou anual, permitindo ao seu dirigido firmeza de propósito.

- Resolver os problemas de forma coerente e sábia.

- Não manter conivência com o erro. Ser convicto de seus ideais espíritas.

- Ter comprometimento e autoridade moral.

- Assistir reuniões da casa espírita onde atua como coordenador tornando-se conhecido para motivar outros a estarem na tarefa com ele.

- Gostar do que faz.

- Preparar sempre novos coordenadores e evangelizadores evitando assim que as crianças sofram o prejuízo na ausência de trabalhadores.

- Estar sempre presente e ter disposição para ouvir.

- Permanecer disponível para solucionar quaisquer dificuldades, nunca se fechar em sala enquanto coordena.

- Participar de reuniões mediúnicas, servindo de ponte entre o trabalho da espiritualidade, suas das crianças e seus evangelizadores.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 7. As Lutas Vividas Por Jesus

Busquemos afirmar algumas das lutas vividas por Jesus
 
Para superá-las, tinha Jesus funções especificas no campo mental:
 
  • Jesus interiorizava a mensagem. (Eu falo do que vi junto de meu Pai, João. 8:38)
  • Destilava sabedoria diante das dores. (Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.Lucas 22:42)
  • Trabalhava perdas e frustrações com dignidade. (Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, três vezes me negarás. Mateus 26:29)
  • Agregava idéias. ( Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? Mateus 16:15)
  • Pensava com liberdade. (Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra. João 4:34)
  • Tinha consciência critica. (Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. 1 João 4:1)
  • Rompia ditaduras intelectuais. (E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mateus 6:5)
  • Gerenciava com maturidade pensamentos e emoções nos focos das tensões. (Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens. Mateus 16:23)
  • Expandia a arte de contemplar o belo. Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. Lucas 12:27)
  • Dava sem contrapartida de retorno. (Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes. Mateus 5:42)
  • Colocava-se no lugar do outro considerando suas dores e necessidades psicossomáticas. (E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. Lucas 22: 42.43)

quarta-feira, 31 de março de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 6. Formação de Equipe

Perseverança, vigilância, observação, cautela, desprendimento, disposição, boa vontade e conhecimento são atitudes que vamos utilizando ao longo do exercício da tarefa de líder.


Porque o líder não trabalha sozinho. Visando a formação de equipe ele lidera o trabalho com elementos que possam somar e ampliar sua realização.

A primeira iniciativa de Jesus foi a formação de uma equipe.

Doze discípulos, compondo o apostolado, cada um com atividades definidas, para a salvação do mundo

Ao lermos André Luiz, na obra intitulada Nossos Lar, no capítulo nove, encontramos referências ao trabalho em equipe. Ele retrata que nos planos espirituais, e especificamente na região de “Nosso Lar”, todo o trabalho se define por departamentos, sendo que estão separados em seis ministérios, cada ministério com 12 ministros, somando um total de 72 trabalhadores para o desenvolvimento das atividades, levando-nos também a observar os voluntários que se somam a estes específicos.

Tentar trabalhar sozinho é ter a certeza que o empreendimento vai falhar, porque este passa a ter uma visão única, sobrecarregando e desestimulando o líder.

► Função da equipe:

“E ordenou-lhes que fizessem assentar a todos, em ranchos, sobre a erva verde.” (Mc 6:39)

A sabedoria do Mestre deleita-nos de alegria, porque sempre no remete as avaliações quanto ao trabalho executado. Jesus organizava as equipes, com um fim único fazê-los desenvolver a arte e produzir a beneficio próprio, numa didática extraordinária acomodava-os como um grande Líder que se fazia notar e daí inseria as orientações.

Cabe a nós orientadores e líderes, manter a coesão do grupo, acomodá-los emocionalmente e espiritualmente, para que o trabalho reflita a harmonia do grupo.


► A coordenação como ponto de iluminação

Emmanuel afirma no livro *Seara dos Médiuns que a vida de Jesus na terra foi uma batalha constante e silenciosa contra obsessões, obsidiados e obsessores, e o próprio Mestre pedi-nos “bom animo” porque Ele houvera vencido o mundo.

A trajetória de um coordenador é realmente uma batalha, que precisa ser vencida a todo custo, e por ser o líder terá automaticamente que demonstrar coragem e fé por estimular daqueles que o seguem. Imaginemos Jesus numa atitude que gerasse fracasso para a humanidade e poderíamos sentir quão infelizes seríamos, quantas decepções elegeríamos por senhores, ao passo que acolhemos Jesus em nossa alma pelo exemplo de luta e perseverança aplicada aos recônditos de nós mesmo.

A luta foi dele, mas a vitória é nossa. Estamos encaminhados hoje pelo exemplo que Jesus proporcionou a cada um de nós.

terça-feira, 30 de março de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 5. O Coordenador



O coordenador é um líder e todo líder se destaca pela ciência de observação com que desenvolve seu dia a dia. É naturalmente um elemento que auxilia o coordenador apreender em linhas gerais o que gastamos longo tempo em áreas pessoais.
Igualmente é alguém que e sente comprometido diretamente com o projeto que o envolve, capaz de opinar sem retirar o direito do grupo, demonstra maturidade naquilo que desenrola, tem firmeza de caráter e é capaz de conduzir harmonicamente um numero muito grande de pessoas.
O Maior líder que a terra conheceu foi Jesus Cristo. Com essência Mestria falava com autoridade, assustando até mesmo catedráticos, que acabavam por compreender que a informação com que Ele direcionava sua vida só podia vir de um superior maior.
Faz-se necessário reconhecer o limite de um líder, daí só enfrentamos uma situação constrangedora ou agradável, que nos pede esforço, se observamos o líder realizando. Neste espírito de lutas Jesus propõe algumas técnicas para que o fundamento de uma liderança não seja caótico.
Perseverança, vigilância, observação, cautela, desprendimento, disposição, boa vontade, conhecimento, expressões que vamos utilizando ao longo deste desenrolar de informação.

Vejamos:
 
► Perseverança
 
“Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.” Jesus (Mateus 24:13)
 
“Porque nós somos cooperadores de Deus.” Paulo (1 Coríntios 3:9)
 
“Ao que nos parece, portanto, segundo os conhecimentos que possuímos, por “acrescimento de misericórdia”, já é tempo de cooperarmos fielmente com Deus no desempenho de nossa tarefa humilde.” (Vinha de luz cap. 48)
 
“Verdadeiros líderes podem mudar o rumo da história” (livro monge o executivo)
 
“Quem não deseje servir, procure outros gêneros de tarefas. A comunicação não comporta perda de tempo nem experimentação doentia, sem grave prejuízo dos cooperadores em cauto.”
Livro os mensageiros cap.5 pág.40

 
► Vigilância

 
“Também digo que és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja” (Mt 16: 17)

 
- Convicção Espírita.
- Autoridade Moral.
- Comprometimento com a Tarefa.
- Conhecimento.
- Programação.
- Vivencia Evangélica.
- Ter habilidade de motivar e influenciar...
 
• Nele encontrarás sempre as respostas às tuas inquietações, afim de que não te alarmes, não te atormentes, mas para que possa seguir caminho a fora, superando as deficiências em torno de ti, cumprindo a parte que te cabe cumprir na cooperação com a obra de Deus sob a claridade do consolador.” Guilherme March - texto extraído do reformador / maio 2005
 
► Observação:
 Atributos da liderança:
  • Disposição para tentar aquilo que ainda não foi tentado.
  • Auto motivação: O líder auto motivado consegue motivar os outros.
  • Percepção aguda: Com esta qualidade o líder eficaz adquire respeito da equipe, torna-se sensível ao que é direito e justo.
  • Planos definidos: O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos e planejou a realização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano com a participação de seus subordinados.
  • Perseveranças nas decisões: Desenvolver humildade suficiente para estar certo nas decisões, um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações sobre o problema,considerando a possibilidade de a sua decisão estar errada.
  • Ter hábito de fazer mais do que lhe é exigido: Uma das verdadeiras condições do líder é a disposição para fazer mais do que é exigido do pessoal. Presença antecipada do líder e a sua participação mesmo depois dos instantes finais na equipe, assegura bem seus dirigidos.
  • Personalidade positiva: As pessoas respeitam tal qualidade. Ela inspira confiança e também constrói e mantém uma equipe com entusiasmo.
  • Empatia: O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar de seu liderado, de ser capaz de ver o mundo pelo lado das outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e compreender seus pontos de vista.
  • Domínios no detalhes: O líder bem sucedido entende e executa cada detalhe do seu trabalho e, é evidente, dispõe de conhecimento e habilidade para dominar as responsabilidades inerentes à sua posição.
  • Disposição para assumir responsabilidade: Uma liderança convida a dividir responsabilidade, erros cometidos devem ser analisados pelo conjunto, a falha de um pode ser causado pela inexperiência de outro, e isso não é erro. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, não continuará liderando e dará insegurança a seus seguidores. O clichê do líder é: "A responsabilidade é nossa”. 
  • Duplicação: Outro atributo de um líder: ser capaz de desenvolver outros lideres. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir.
  • Determinação: A expressão "A menos que batalhemos por alguma causa, nos deixaremos levar por qualquer causa" resume bem a importância de ter-se uma causa pela qual valha a pena viver e trabalhar. Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. O líder de sucesso tem a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 4. Quando e Como Evangelizar



► QUANDO EVANGELIZAR?

“Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto.” Jesus (Jo 7:6)

À medida que estamos abraçando a tarefa, vamos compreendendo que a maturidade acontece pelo exercício constante.
Nossa época é agora, e Jesus vem contanto com o esforço pessoal de cada um na tentativa de, vencendo a si mesmo, perseveraremos até o fim.
Sem nos acomodarmos na expectativa vacilante, temendo encontrar obstáculos que poderão nos transformar em operários temerosos, abracemos o compromisso enquanto a caminho, com almas que se fazem abertas, a receber o Cristo de Deus, a benefício de si mesmo e da humanidade.
Nos sentindo na condição de trabalhadores não operantes, busquemos o Senhor da vinha que terá sempre uma oportunidade a mais a nos oferecer.

► COMO EVANGELIZAR?

“Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas.” Jesus (Mt 7:29)

Evangeliza-se utilizando métodos suficientes, afim de que a criança entenda dentro do seu limite de entendimento. Para isso é necessário se preparar com embasamento solidificado no Cristo, o maior e mais nobre educador que o planeta já conheceu.
A autoridade com que o evangelizador ensina é baseada na exemplificação diária e toda certeza se convence pelo exercício habitual de boas maneiras.
Fundamental ter noções de pedagogia e de psicologia, mas acima de tudo o conhecimento do Evangelho é essencial, visto que a referência da evangelização é o Cristo. As obras básicas são complemento deste evangelho levando o evangelizador a criar convicção da Doutrina que professa e as obras subsidiárias vem complementando tudo quanto Jesus nos ensinou enquanto homem no mundo. O conhecimento da vida infanto–juvenil madurece a condição do evangelizador porque o forma no seu objetivo. É dever de o evangelizador manter-se sempre atualizado daí ser fundamental acompanhar cursos e orientações na área que atua.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 3. O que é, Para que e Porque Evangelizar

► O QUE É EVANGELIZAR?

Evangelizar é reapresentar Jesus a criança.

“E dará à luz um filho e chamarás o seu nome Jesus; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” (Mt 1:21)

A visão do evangelizador deve concentrar-se na posição de Jesus como salvador, não somente a nível humano, mas reencarnatório levando em conta que nos ajustamos a cada retorno terreno.
A vinda de Jesus na Terra foi oferecida ao homem como a resposta do Criador aos apelos constantes da criatura,frente as suas limitações e dificuldades de adaptação ao novo programa de vida. O aproveitamento não foi um dos melhores, mas a mensagem de Jesus permanece inatingível na alma humana, recordando que é sempre o momento da reconciliação consigo mesmo, da aproximação mais direta com o Pai.
A forma de o fazê-lo é através da evangelização infanto-juvenil, direcionada em especial ao educador que se põe na condição de orientar o educando. A evangelização é uma via de mão dupla.

► PARA QUE EVANGELIZAR?

“O que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois.” Jesus (Jo 13:7)

Levando em consideração que a evangelização é igualmente o ato de evangelizar-se, vamos percebendo ao longo do tempo o trabalho de Jesus perante a humanidade.
Jesus especifica a perseverança como meta salvacionista (Mat. 24:13).
É o bem pelo bem. Os espíritos acrescentam em O Livro dos Espíritos (questão 197 A) que o espírito de uma criança pode ser mais desenvolvido que o de um adulto, mas sente a necessidade desse contato sistemático com a perfeição moral em razão da sua implementação física não lhe oferecer a livre manifestação pessoal.
Somos uns naturalmente pelos outros. Evangelizamos para fortalecer a família espiritual.

► POR QUE EVANGELIZAR?

“Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra...” Jesus (Mt 5:5)

Como movimento de troca espiritual em um planeta ainda em fase primitiva, a Terra, recebeu o norteamento e a orientação sábia e magnânima do Cristo, mudando assim sua estrutura para receber almas equivocadas. Essas, em período de consciência dolorida permanecida por séculos incontáveis no mal, banham-se agora nas claridades da expiação resgatando de forma primorosa pelo trabalho e pela reencarnação até que possam bafejar nas claridades da regeneração.

Somos hoje convocados a essa tarefa augusta pelo processo da evangelização infanto-juvenil continuando com Jesus na elevação da casa Terra que nos abriga, levando-a aos cumes do planeta ditoso ou feliz.

Evangelizar hoje é auxiliar o planeta nessa transformação onde os primeiros beneficiados seremos nós mesmos.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 2. Mensagem ao Evangelizador

"Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós também para a vinha, e recebereis o que for justo." - Mateus 20:7


Ao evangelizador querido:

A grande e maior necessidade de cada um de nós que assumimos a tarefa de evangelizar é reconhecer o nosso papel nesta grande seara. Somos convocados para o grande empreendimento, na terra que o bom Pai nos confiou como moradia, e sabemos que aqueles que por aqui passaram, deixaram suas marcas e se foram, fisicamente sim, espiritualmente estão igualmente comprometidos na missão ajudar, de contribuir, de elevar, e de transformar a Terra, do vale de lágrimas para a Terra Prometida, consoladora, hospitaleira, escola. Entretanto devemos começar agora, pois a didática é de trabalhar para o generoso e justo Criador que nos concede a benção de evoluir nos aproximando cada vez mais d'Ele...

Não percamos tempo. Se as limitações aparecem, sejamos luz penetrando as trevas de nós mesmo, e avancemos. Coragem: O Pai é conosco sempre.

Façamos como Zaqueu: desçamos rápido para a lida. Abandonemos tudo que vem a ser pueril, assumindo junto aqueles que se encontram sob nossa responsabilidade, participando da benção de um novo porvir.

Trabalhemos.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Curso Rápido de Evangelização: 1. Apresentação e Objetivos

Apresentação:

Em razão de compreender a grandeza da evangelização e compreendendo que ainda é um trabalho a ser arado em terreno árido por virtude das nossas próprias limitações resolvemos criar um esquema rápido para nortear aqueles que lidam com a criança o jovem e a família nas Instituições Espíritas.

Objetivo:

O objetivo deste trabalho é auxiliar o coordenador a sentir maior segurança enquanto coordena. Por muita vezes percebemos que a boa vontade das lideranças são vistas, mas as limitações com que tem que desenvolver o trabalho cria uma desmotivação espetacular, gerando desistência da tarefa que nos foi confiada por Jesus.
Se estivermos atentos á aqueles que se preparam para o trabalho com certeza investiremos gradativamente, mas progressivamente, na formação de trabalhadores no bem.
A intenção deste material é permitir que, enquanto coordenador, possa este desenvolver e preparar outros tarefeiros ampliando assim seu recursos de trabalho, até que este possa participar de um curso direcional e intensivo organizado por lideranças federativas. (Grifo nosso)

Diretriz de ação:

Capacitar o trabalhador criando coragem e embasamento para continuar na tarefa.
Manter fidelidade aos princípios que realmente norteiam aqueles que buscam aprimorar, ainda que criança.
Vincular informação moral e reforma íntima ao mesmo tempo.
Organizar trabalhadores novos, com a finalidade de não deixar a obra ser interrompida por falta de administradores

Plano de ação para o desenvolvimento da tarefa:

Poder manter as casas Espíritas em permanente envolvimento com a evangelização.
Integrar-se a outros departamentos fundamentais para que o trabalha sofra êxito.
Aproximar a diretoria da casa espírita neste grande e valioso empreendimento que é a evangelização e por conseqüencia, a continuidade da própria casa espírita.
Movimentar lideranças para atenderem a maior necessidade do planeta: evangelizar-se.